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Um documentarista da Luz, do analógico ao digital. No meu ofício de fotógrafo, com uma ativa contemplação da beleza dessa energia luminosa, que chega graciosamente até nós. Coletivizar saberes, aprender e compartilhar nossas criações! E Empreender nossos Sonhos! 30Anos no ofício da Fotografia: o olho que vê e faz o coração vibrar, compartilha o sentimento!
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domingo, 11 de julho de 2010

Marc Ribaud – 50 Anos de Fotografia




A importância da Fotografia na Educação:
 “Para mim é mais interessante ver as fotografias sendo publicadas em livros escolares, para jovens. Eu sei, às vezes Você é pago, às vezes não. Mas muitos professores ensinam, usando estas fotos. E isto é muito bom! Ao invés de usar violências ou outras coisas.”    

Um pouco da Bio em uma bela matéria da TVE-RS:

Atualmente, está em cartaz na Torre Malakoff, no Recife Antigo, até 20 de junho. Apoiada pela Prefeitura do Recife, a mostra, que leva o nome do fotógrafo, conta com 60 imagens datadas desde 1956 até 2009, que retratam os diversos lugares por onde passou em seus 50 anos de carreira.
Nascido em Lyon, Marc Riboud é autor de algumas das imagens mais inspiradoras do fotojornalismo mundial e considerado um dos três grandes fotógrafos ao lado do brasileiro Sebastião Salgado e do franco-brasileiro Pierre Verger. Repletas de elegância e crítica social, suas fotos se propagaram pelo mundo a partir da Agência Magnum, na qual trabalhou por três décadas, realizando reportagens por quatro continentes.

Sua primeira foto famosa foi clicada em Paris, na primeira visita que fez à cidade(1953). Nela podemos ver um pintor sem nenhum equipamento de segurança na Torre Eiffel. Esta imagem, aliás, tornou-se bastante familiar dos pernambucanos, após ter sido apropriada
por Aloísio Magalhães – considerado pela crítica como um dos mais importantes designers gráficos brasileiros do século XX – na construção de um de seus famosos cartemas. (Um dos próximos post em homenagem a Marc Riboud)
A imagem do Cristo do Rio de Janeiro também foi captada pela lente de Riboud, bem como o colorido e as histórias de vida das comunidades das favelas cariocas. “Mais ainda do que a beleza da paisagem e das cidades, pude apreciar o calor e a elegância das relações humanas. Este sentimento que, tão longe da França, a compreensão é imediata, profunda, assim como é imenso o apetite pelos intercâmbios culturais. A fotografia pode ocupar um lugar invejável nesses intercâmbios”, destacou o fotógrafo, em sua passagem pelo Brasil em 2009.



Esse post surgiu graças ao querido amigo e também fotógrafo Willy, que direto de PoA, alimenta minha caixa de email com ótimas e oportunas mensagens. Nada como ter bons e ligados amigos!!!  Valeu Willy!!!

 
 
 


 
 

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